Carol Andrade

Canto
Carol Andrade, professora do IC&T

Antes de descobrir que a voz era seu instrumento, Carol foi tocar violão. Ela sempre cantou em casa, acompanhando a mãe que fazia aulas de violão, mas nessa época o canto era uma brincadeira. Frequentava o coral da igreja desde os 10 anos e encontrou no violão uma forma de se integrar ao grupo musical da igreja.

Estudou violão até os 17 anos e aos poucos foi descobrindo que era uma cantora: “O que eu queria com o violão era um apoio para a minha voz”. Se uniu a uma banda, passou a se apresentar ao vivo – tinha noites fixas em bares da cidade – e foi estudar canto. Se formou na ULM, Universidade Livre de Música (hoje, EMESP) aos 24 anos e continuou investindo na música como profissão: shows, aulas e o lançamento de uma carreira solo, em 2005, com seu primeiro disco.

Suas influências vão desde as cantoras brasileiras Mônica Salmaso (com quem estudou), Zizi Possi, Joyce e Rosa Passos até Chet Baker e Ney Matogrosso. Mas Carol aponta Ella Fitzgerald como sua principal referência: a cantora que “abriu todas as janelas” artísticas. Na EM&T dá aulas desde 2004 e se considera uma eterna estudante: hoje, aprofunda seus estudos no método Somatic Voicework, de Jeanie LoVetri.

É importante dizer que todas as pessoas que falam, podem cantar: se elas têm voz, então podem cantar. Essa história de ‘dom’, não é bem assim, esqueça isso. Algumas pessoas têm facilidade, mas não é isso que define quem vai cantar. A aula de canto é justamente o que vai despertar esse potencial, ensinar a usar as prega vocais, treinar essa voz. Cantar é um potencial humano. E é preciso ter paixão para cantar.

Carol Andrade
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