Diego Gil

Bateria
Diego Gil, professor do IP&T

O professor Diego Gil tinha 7 anos de idade quando sua irmã começou a estudar órgão. E foi numa apresentação da escola da irmã que Diego viu o primeiro baterista em ação e se empolgou: “pai, eu quero tocar esse negócio”. O baterista era Tico Delisa, músico que acompanhava artistas de renome como Fafá de Belém. Ele se tornou o primeiro professor de Diego. E o menino ganhou do pai uma bateria que foi montada na sala de casa…

Mais tarde, Diego foi aluno do Giba Favery (coordenador do IP&T) e do Christiano Rocha, professor do IP&T. Já dava aulas particulares quando foi convidado a se tornar professor da EM&T. Continuou estudando – “o estudo não para”, declara Diego – e hoje tem se aprofundado na música indiana. Suas primeiras influências foram Van Halen, Rush, Led Zeppelin; depois conheceu o jazz e o fusion e os bateristas Dave Weckl, Vinnie Colaiuta, Dennis Chambers; além dos brasileiros Nenê, Dudu Portes e Edu Ribeiro, entre outros.

Formado em educação física, Diego Gil trabalhou em uma academia dando aulas de Karatê antes de largar tudo para se dedicar exclusivamente à música – o que aconteceu por volta dos 20 e poucos anos e deixou os pais de Diego um tanto preocupados com seu futuro. Mas ele provou que ser músico profissional era possível. Além das aulas de bateria, Diego tocou em bandas de baile e hoje acompanha cantores e artistas de diversos estilos, tem uma carreira própria e faz gravação de jingles.

O fundamental é ter um bom professor, que vai orientar sobre música, técnica e mercado musical. A gente liga o computador e vê de tudo, tem até aulas de graça, mas o problema é que nem tudo é bom e o iniciante não sabe. Uma técnica de bateria ensinada de forma errada pode prejudicar fisicamente. E sem um bom profissional guiando você vai demorar muito mais para aprender.

Diego Gil
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