Fabio Marrone

Bateria
Fabio Marrone, professor do IP&T

Fábio Marrone se encantou com a bateria aos 9 anos de idade, quando viu músicos tocando na igreja que frequentava. Logo, começou a fazer aulas, mesmo sem ter o instrumento. E ele demorou a vir: cinco anos depois, o dinheiro da formatura na escola virou sua primeira bateria.

O investimento na bateria se estendeu para os estudos, nos quais se aprofundou. Aos poucos foi se profissionalizando: começou a dar aulas particulares, arrumou um novo professor – formado na EM&T – e depois se tornou aluno da escola, concluindo o curso com Chris Rocha, em 2011. No ano seguinte já começou a dar aulas por aqui. Suas influências são Steve Gadd, Vinnie Colaiuta, Tony Williams, Kiko Freitas, Carlos Bala, Milton Banana, Christiano Rocha, Giba Favery, Jojo Mayer, Peter Erskine, Karim Ziad, Nate Smith e muitos outros.

Atualmente, Marrone divide sua carreira em duas partes: é educador e músico. Como músico, Marrone acompanha outros artistas – o compositor Peninha é um deles – e participa de diversos projetos musicais: bandas, orquestras – inclusive tocando tímpano e e campanas -, bailes, festas. Como educador, também é coordenador educacional da revista Modern Drummer Brasil. Para o professor, o músico profissional tem que ser múltiplo “tem que se virar, e todos os professores aqui passam essa realidade para o aluno. Tem que tocar, gravar, acompanhar músicos, tem que aprender de tudo”.

No aprendizado da música, é importante manter a cabeça aberta. Hoje em dia há muita informação, é verdade, mas se você mantiver a cabeça aberta e souber pesquisar e filtrar, você vai aprender melhor.

Fabio Marrone
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