Giba Favery

Bateria
Giba Favery, coordenador do IP&T

Quando Giba tinha 9 anos de idade, seu pai deu uma festa na qual tocou uma banda. O baterista deixou o instrumento montado por lá depois da festa. No dia seguinte, Giba acordou cedo e começou a tocar – e não queria mais largar a bateria. O instrumento acabou ficando em sua casa por um tempo.

Aos 12 anos e já sonhando com a música, Giba montou uma banda com colegas do colégio. Aos 14 anos ingressou no CLAM, escola fundada pelo Zimbo Trio, onde ficou até os 18. Paralelamente à música, Giba se formou dentista e chegou a trabalhar na área por dois anos. Aos 24 anos decidiu ser músico profissional: largou a odontologia, começou a dar aulas e conquistou, em 1996, uma bolsa de um ano na Berklee College of Music, nos EUA. De volta ao Brasil, se formou em música e fez mestrado em performance musical na UNICAMP.

Profissionalmente, o baterista acompanhou artistas como Eduardo Araujo e Sula Miranda, gravou discos com tantos outros, e tocou em diversas bandas e projetos. Na EM&T, dá aulas desde 1999 e é o coordenador do IP&T. Suas influências vão de Stewart Copeland (Police), John Bonham (Led Zeppelin) e Neil Peart (Rush) a Milton Banana, Carlos Bala, Rubinho Barsotti, Dennis Chambers, Dave Weckl e Vinnie Colaiuta.

É preciso tomar cuidado para não se perder pois hoje a quantidade de informação é muito grande e você corre o risco de ficar só na superfície sem se aprofundar em nada. Eu sugiro que a pessoa procure um bom professor, que tenha paciência e que persista nos métodos – que estude a fundo e não largue no meio do caminho. Comprou um livro? Estude-o até o fim.

Giba Favery
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